
Após exaustantes tentativas de solução da diretora Zélia junto a representantes regionais e nacionais, com espírito de equipe e, acima de tudo, de direitos pelo qual devemos lutar fomos todos ao Ministério Público assessorados por Jô.
No local recebemos a notícia que não estava no âmbito da instituição assegurar a nossa participação no concurso, mas a defensoria pública poderia expedir-nos um mandado de segurança e com esse documento lavrado, teríamos o direito de fazer a prova, não importasse dia ou local.
Em uma caminhada apressada e a passos firmes chegamos no local no horário previsto, uma vez que a Defensoria Pùblica do Estado só funciona até as 13h. Depois de sermos mau recebidos e tratados com termos perjorativos, e acusados de ter chegado fora do horário quando na verdade chegamos meia hora antes do fechamento do local, fomos indicados a ir na sede da instituição onde fomos recebidos, esclarecemos nossa situação e recebemos explicações do que deveria ser feito para que tivéssemos êxito na luta pelo direito de uma formação superior.

Nesse terceiro local, além dos esclarecimentos e da conversa de Jô com os responsáveis que nos informaram que com o lavramento do mandado a prova poderia ser realizada a qualquer momento em qualquer lugar para os nomes que constassem no documento do pedido, contamos com a presença da imprensa tanto escrita quanto televisiva. As entrevistas podem ser conferidas hoje [28] às 19h30 na Rede Tribuna e na edição de amanhã [29] do Jornal do Commércio.
Será que essa história vai acabar, como a maioria das coisas no país, em pizza?








